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CAPITAL HUMANO E SUSTENTABILIDADE

Assessoria e Pesquisa

Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (CEATS/USP) juntamente com o Programa de Estudos em Gestão de Pessoas (PROGEP) tem se debruçado no estudo de mais um tema relevante acerca das interações observadas em organizações complexas. A complexificação do “mundo do trabalho” gera novos desafios a serem enfrentados pelas organizações. Mais além, este processo gera também desafios aos pesquisadores, os quais devem se manter atentos aos fenômenos sociais e buscar explicações para tais. Nesse sentido, temos desenvolvido um projeto de pesquisa intitulado de “Capital Humano e Sustentabilidade”. De modo geral, esta ideia partiu da percepção no modo como as empresas vêm tratando o tema da sustentabilidade, adequando-o a partir da visão de que não existem empresas sustentáveis sem humanos sustentáveis. A partir dessa mudança de paradigma, enfrentam o desafio de se atualizar constantemente diante da necessidade de incorporar e disseminar os valores da sustentabilidade no dia a dia da organização. O processo brevemente explicitado acima coloca-nos intrigadas questões, as quais estão sendo trabalhadas nesta fase de projeto de pesquisa, agregando os temas da sustentabilidade e do capital humano.

PARA FAZER O BEM

CEATS em Destaque

CORREIO BRAZILIENSE Publicação: 27/10/2014 09:53 Atualização: 27/10/2014 10:11 Para fazer o bem Os negócios sociais estão em expansão e têm como objetivo trazer impacto positivo para as comunidades locais. Veja aqui como empresas no Distrito Federal estão se consolidando nesse mercado À primeira vista, pode parecer utópico fundar uma empresa que dê lucro e, ao mesmo tempo, promova resultados positivos para a sociedade. Mas isso é possível. Chamados de negócios de impacto social, empresas sociais ou negócios inclusivos, hoje eles representam um mercado em crescimento. O projeto Brasil 27, iniciativa que mapeou 1,1 mil negócios sociais no Brasil, mostra que o Distrito Federal conta com sete exemplos de negócios de impacto social (veja quadro). O levantamento foi feito em parceria com o Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats) da Universidade de São Paulo (USP) e, no fim do ano, o resultado da pesquisa deve virar livro. A representante do Brasil no Social Enterprise Knowledge Network (Sekn, na sigla em inglês) — rede de nove universidades ibero-americanas, que fazem pesquisas sobre empreendedorismo social — e coordenadora do Ceats, Graziella Maria Comini, organizações não governamentais e a iniciativa privada começaram a visualizar um grande mercado para a população de baixa renda. “O capitalismo não estava ajudando a minimizar as disparidades de classes, e era preciso propor um formato organizacional diferente. Daí, surgiram iniciativas que pensavam no valor econômico e social, ao mesmo tempo”, diz. O pai do microcrédito e ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, Muhammad Yunus, criou o primeiro negócio social do mundo em 1976, o Grameen Bank, para fazer empréstimos para classes de baixa renda sem as garantias e exigências dos bancos tradicionais. No Brasil, os exemplos de negócios sociais mais consolidados são de empresas como a Geekie — que oferece soluções educacionais adaptativas —, o Banco Peróla — que oferece microcrédito para empreendedores de baixa renda —, e a Vox Capital — que oferece capital e apoio a empresas que geram valor à sociedade. Em expansão Graziella é otimista quanto ao crescimento deste mercado. “Hoje existem muito mais recursos, os fundos de impacto também quase triplicaram, há cada vez mais pessoas interessadas em investir nessa área”, comemora. Ela cita pesquisa da Aspen Network of Development Entrepreneurs (Ande), que mostra que investidores internacionais e nacionais querem aplicar, em 2014, de U$$ 90 milhões a U$$ 127 milhões, na área de negócios sociais no Brasil. Segundo Graziella, porém, apenas investimento não basta. “Faltam negócios com iniciativas bem consolidadas para serem replicados em outras regiões”. Graziella acredita que existe uma carência de aceleradoras e de incentivo governamental para o ramo. O projeto Brasil 27 não identificou nenhuma iniciativa de apoio ao empreendedorismo social por parte do Governo do Distrito Federal (GDF). Na esfera federal, o programa Startup Brasil também engloba negócio sociais, mas não é específico. Coordenador de impacto social da Fundação Getulio Vargas (FGV) e estudioso da área, Edgard Barkis conta que, apesar da predominância de investimentos e empresas sociais no Rio de Janeiro e em São Paulo, muitas organizações estão sendo criadas no Nordeste. “É preciso promover mudanças em regiões que, às vezes, são deixadas de lado, além de democratizar o conhecimento sobre negócios sociais”, diz. O professor observa que o acesso à materiais sobre a área estão cada vez mais fáceis. “Hoje existem duas disciplinas na Universidade de São Paulo (USP), matérias na FGV, além de vários professores que se dedicam a estudar esse mercado. Também é possível encontrar livros e plataformas on-line gratuitos com cursos sobre negócios sociais.” No DF, porém, não há faculdades com disciplinas sobre empreendedorismo social. Raios X do setor Criado por Fábio Serconek e Pedro Henrique Vitoriano, 28 anos, o projeto Brasil 27 está mapeando negócios sociais do Brasil. “A proposta surgiu em 2012 com o objetivo de conhecer as melhores iniciativas, entender as diferentes formas de fazer negócio social e tornar essa cultura mais forte no país para que mais pessoas queiram transformar a realidade brasileira”, explica Pedro Henrique. “Nosso intuito é produzir um material didático inédito no Brasil. A grande lição é que todos temos que fazer negócios pensando no bem de toda a comunidade”, completa Fábio. Até o momento, a dupla recebeu 1,1 mil indicações de negócios sociais espalhados pelo território nacional. Os melhores casos foram apresentados e divulgados no site www.projetobrasil27.com.br.

DIÁLOGOS SOBRE GESTÃO SOCIAL

DIÁLOGOS SOBRE GESTÃO SOCIAL Curso "in company" desenvolvido em forma de diálogo com os participantes, que a aborda e discute temas atuais de acordo com as necessidades e características da organização, como: - Evolução e Desafios no Terceiro Setor - Legislação sobre Pessoas Jurídicas no Terceiro Setor -Títulos e Certificação no Terceiro Setor - Trâmites Jurídicos na Gestão de uma Associação / Fundação - Marco Regulatório - Governança Corporativa - Questões de Governança no Relacionamento das Empresas com Organizações do Terceiro Setor - Direcionamento Estratégico


Negócios com impacto social no Brasil

Mudou muito o cenário da área social no Brasil. E uma das mais positivas mudanças que pude presenciar foi a do desenvolvimento do conceito de negócios sociais, ou "negócios com impacto social no Brasil", que deu título ao livro organizado por Daniel Izzo, Haroldo Gama Torres, Luciana Aguiar e Edgard Barki. Veja que interessante no Correio Braziliense e conheça também o livro no link abaixo: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ultimasnoticias_geral/33,104,33,90/2014/10/27/tf_carreira_interna,454593/para-fazer-o-bem.shtml


Sistematizar para Disseminar

O AFROREGGAE é uma reconhecida organização da sociedade civil que há 20 anos luta pela transformação social através da cultura e arte. O objetivo deste projeto de pesquisa é transformar as tecnologias sociais desenvolvidas pela OSC em métodos que possam ser disseminados e customizados. Tais tecnologias são 'inteligências organizacionais' derivadas das práticas de desenvolvimento comunitário criadas e implantadas.


A Escola Contra o Trabalho Infantil - Curso On Line

Desenvolvido a partir de uma parceria entre o Portal Pró-Menino e o CEATS, o Curso Online A Escola no Combate ao Trabalho Infantil acontece em um ambiente virtual de educação à distância desenvolvido para capacitar professores do ensino fundamental sobre os Direitos da Criança e do Adolescente, de forma a é contribuir para a implementação da Lei 11.525/07 que inclui conteúdos que tratem dos direitos das crianças e dos adolescentes no currículo do ensino fundamental, tendo como diretriz o Estatuto da Criança e do Adolescente.


Os Jovens e a Sustentabilidade

Artigo escrito pela Prof.ª Dr.ª Graziella Maria Comini e seu orientando e estagiário do CEATS Mardem Feitosa, publicado nos Jornal Folha de São Paulo, no caderno Empreendedor Social